Canon Canonet QL25

Não é de hoje que esqueço de postar alguns assuntos que tenho registrado em minha mente e tenho evidências, como fotografias.

Esta Canon Canonet QL25 me foi dada por um colega de trabalho e eu encaminhara para revisão como merecia. Estava em perfeito estado de conservação, necessitando uma limpeza leve e a troca da bateria do fotômetro.

Como é uma câmera de 1967, é previsível que não seja leve nem muito ergonômica, mas não traz nenhum problema no seu uso. Não cansa nem incomoda, mas é mais pesada do que a minha T3i.

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Vamos facilitar as coisas: Canonet é uma série para amadores, nicho que começava a se formar mas carente de produtos de qualidade; QL significa “quick-load”, um sistema que simplifica o carregamento do filme, mas que se não tiver atenção pode jogar tudo por agua; 25 denota a abertura máxima do obturador: f2.5!

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Ele possui modo automático, que é nada mais nada menos que prioridade abertura. O incômodo é que o fotômetro somente indica quando selecionado no automático. A agulha se recolhe quando colocamos o anel na abertura desejada. Soma-se que não há também a indicação de distância focal e hiperfocal.

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Seu fotômetro não é TTL (through the lens), que pode te induzir um pouco ao erro se deseja precisão.

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Aqui aparecem os visores do sistema de foco, mais conhecido como Rangefinder. é a primeira câmera que uso com esse sistema e que, não sei se é assim mesmo, mas me parece muito confuso.

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Para que você consiga realizar o foco corretamente, é necessário girar o anel de foco e prestar muita atenção na imagem que se forma no centro do visor. Há uma sobreposição ou fantasma que aparece em uma área tão pequena (estimo 1/8 da tela) que é fácil errar o foco e errar a fotografia. A vantagem ao menos é que existe as indicações de área útil para evitar o erro de paralax.

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Eu tenho de me habituar a esse sistema de foco, pois já me fez perder algumas chapas pela pressa e não prestar a devida atenção na composição. Aqui também me faz falta uma lente polarizadora, que em breve será adquirida.

Comparando com a Olympus OM2n, é mais simples mas mais fácil de errar. Mas não era minha, né?

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