Museu Jackson do Pandeiro, em Alagoa Grande – PB

– Tião
– Oi!
– Fostes?
– Fui!
– Comprastes?
– Comprei!
– Pagaste?
– Paguei!
– Me diz quanto foi?
– Foi quinhentos réis(2x)

Parte da letra de “Cantiga do Sapo”, composta pelo Jackson do Pandeiro, ou José Gomes Filho na carteira de identidade, mostra uma fração da genialidade de mais um Paraibano que tive a sorte de visitar seu museu.

Este fica no município de Alagoa Grande, na casa onde morou até se mudar para o RJ. Acervo razoavelmente bem cuidado em uma casa pequenina proporcionou um experiência interessante.

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Convidei a comadre Sebastiana
Pra cantar e xaxar na Paraíba
Ela veio com uma dança diferente
E pulava que só uma guariba
E gritava: a, e, i, o, u, y

 

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Eu só boto bebop no meu samba
Quando Tio Sam tocar um tamborim
Quando ele pegar
No pandeiro e no zabumba.
Quando ele aprender
Que o samba não é rumba.
Aí eu vou misturar
Miami com Copacabana.
Chiclete eu misturo com banana,
E o meu samba vai ficar assim:

Tururururururi bop-bebop-bebop
Tururururururi bop-bebop-bebop
Tururururururi bop-bebop-bebop
Eu quero ver a confusão

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