Sheaffer Skripset

Pelo que vocês perceberam, o bichinho da caneta me mordeu. A cada vez que leio algo sobre canetas, me fascina as histórias sobre elas e sobre quem as usou.

Igualmente como com relógios e som, meu orçamento é apertado. Não gosto de inflacionar o mercado, muito menos saciar a ganância dos espertalhões. Se tá caro demais pro que é, torço pra ficar mofando na loja. Como já havia lido antes: “todos sabem o preço de tudo mas não sabem o valor de nada”.

Essa Sheaffer talvez tenha sido a mais barata já fabricada. A informação é de que foi produzida tanto no Brasil quanto na Argentina. Esse fato para mim não tira o mérito de ser ainda uma Sheaffer e tinteiro.

Sua tampa de inox a faz passar por uma caneta comum, sem apelo estético/comercial. Sua pena possui a marca estampada, assemelhando-se com as Parker 21 e 51. Assemelhando, eu disse…

O seu carregamento é do tipo pistão, com câmara translúcida. Esse exemplar estava descarregada e com marcas de reparo. Até onde foii avaliado, não há qualquer comprometimento no seu funcionamento.

A intenção de comprar essa caneta é de colocá-la no batente. Não gostaria de utilizar as outras canetas, considerando sua idade e raridade. Se essa cair no chão ou danificar por outro motivo (e isso só aconteceria nas mãos dos outros), a perda é menor e o reparo mais fácil.

O meu objetivo agora é a procura de uma Pelikan M101N, modelo similar ao que pertenceu ao meu avô paterno. Desejem boa sorte.

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