Eletrodomésticos antigos, parte 3.

Esse post poderia ser o último dos que o tema é eletrodoméstico. Mas pôr fim num tema como esse poderia ser cedo demais, criando uma situação injusta se eu fosse testemunha de outros itens tão interessantes como. Se eu visse, comprasse, usasse ou algo parecido depois do encerramento do tema, não poderia reabrir.

Anteriormente comentei (quase afirmando) que vários aparelhos usados por nós em casa não sofreram alteração alguma no funcionamento, mais conhecido como operacionalidade. Um liquidificador continua betendo uma vitamina como antes, uma batedeira continua batendo massa…e um ventilador continua ventilando!

Hoje temos alguma referência, bem próximo da nossa necessidade mas longe da interpretação (para muitos de nós), que é o selo Procel. Juntando a isso, aumento a segurança intrínseca dos aparelhos, reduzindo consideravelmente riscos de choque por eletrocução, queimadura química e térmica, ruído e outros (como corte).

Os conceitos de seguranças vêm se intensificando no Brasil, acompanhando a tendência mundial por produtos mais seguros, ecologicamente corretos, aumento de componentes recicláveis, mesmo que a alguns anos de diferença da Europa e Asia. Em casa, tivemos um liquidificador Wallita com corpo em aço que frequentemente dava choque; fora o Grill da GE que queimava e eletrocutava (chamado de “cadeira elétrica”).

Ventilador FAET

 

No caso dos ventiladores, existiam 2 riscos associados: a eletrocução e a amputação dos dedos. Nesse modelo que temos ainda em casa (calma que vou reformar!), é claro que até um pé entra pela grade com ele em funcionamento, tamanho distanciamento entre os aros. soma-se a isso que a hélice possui pás de aço. Como sua altura é baixa, é um atrativo para crianças longe dos olhos dos responsáveis (se for irresponsável deixa a criança solta) meter o dedinho naquele troço que gira…váapppp!!!

Quanto a eletrocução, o risco vem de que o modelo é completamente metálico, dos pés à grade. Qualquer condutor desencapado ou mesmo quente (o isolamento é inversamente proporcional à corrente e temperatura) encostando na carcaça vai dar choque aos desavisados.

Esteticamente, todos esses ventiladores me agradam, inclusive alguns com hélice de bronze da GE, mas da década de 70 somente. Nos 80, começam a entrar o plástico de forma indiscriminada, de gosto duvidoso inclusive. Não sou contra o plástico, mas os modelos atuais me agradam mais que os dos 80.

 

E você vai perguntar: ainda funciona?

Respondo com outra pergunta: vaso ruim quebra?

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