Coleção, letra “f”.

Aparelho The Fisher TX-100, amplificador integrado. Curioso espécime dos primeiros transistorizados, sendo esse fabricado em 1966. Fabricante americano, possui farta literatura sobre a marca.

Possui uma configuração interessante: possui transformadores antes da saída de audio. Sua construção é similar aos valvulados, não apresentando qualquer placa de circuito impresso.

The Fisher TX-100

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Uma opinião sobre “Coleção, letra “f”.

  1. Bicho, esse blog tá de mais. Sério.
    Aprend coisa pra caramba aqui nos últimos dias. E mais não tenho a dizer, pois não manjo nada de som nem carro, exceto que estou gostando muito.
    Não escondo minha vontade de reler aqueles seus artigos da época do Biela. E sobre motocicletas e mais V8. E outros que seguramente virão, tão interessantes.
    Sobre Xunning, bom, tá equacionado. Tu já escreveu tudo, em duas partes. Podia ser meia, mas tu é um erudito.
    Sobre isso, acrescento que eu acho que nem eu nem você entendemos bem o que significa no seio de seus adeptos a coisa toda. Sabe, não acho que seja algo só sobre carros. Tunning, DUB e etc. são uma manifestação cultural mais ampla, como os hot rods, mas sem – inegavelmente – a estética e força motirz deste, que eram verdadeiramente os motores – ford com válvulas no cabeçote e 21 parafusos.
    Para essa rapaziada não, o carro muitas vezes, como dito, nem anda. Então, acredito, não é algo sobre carros! Mas algo sobre uma cultura geral custurada a partir de várias influências, tão misturadas que não se sabe mais se o rabo é de cobra ou jacaré. Ainda, é algo sobre carros que se atolam em engarrafamentos nas cidades brasileiras e que, por isso, não andam. Adoraria discorrer mais sobre isso, ter tempo de analisar a coisa toda. Mas não tenho nem o conhecimento. Mas uma coisa eu creio pacífica: automóvel, para a geração Y, não é o que foi para mim, você e os mais velhos. Portanto, não se pode entendê-lo a aprtir do suporte, o carro, mas sim a partir de quem o constrói. O objeto de estudo aí é a periferia, a metrópole, a cultura urbana, o grafiti, os motoboys. Depois, o carro.
    Abraço!

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